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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Vegetais e Legumes para seu Cãozinho


7 VEGETAIS E LEGUMES PARA AJUDAR NA DIETA DO SEU CÃOZINHO 

Coloridos e saborosos, eles são irresistíveis aos bichos. Conheça os legumes e verduras que vão abastecer a tigela dos pets com nutrientes essenciais.

Cenoura
Cães de todas as idades não resistem a esse legume, que é recheado de fibras e vitaminas A, C e K. A veterinária Talita Dal’Evedove Lopes, da clínica Planet Dog, em São Paulo, recomenda o alimento para todos os peludos, especialmente os filhotes. “Quando os dentes estão nascendo, a gengiva deles coça muito e mastigar uma cenoura crua alivia o incômodo e ainda faz bem para a digestão”, diz ela.

BENEFÍCIOS: é fonte de vitaminas A, C e K
COMO SERVIR: crua e em pedaços, como petisco, ou cozida e misturada à ração

Brócolis
Este vegetal verde-escuro é um dos campeões de preferência canina e tem o poder de ajudar no controle da pressão arterial, o que é uma vantagem para cães idosos, obesos ou predispostos ao problema. “Como deixa o animal saciado rapidamente e tem poucas calorias, o brócolis também é recomendado para aqueles que precisam emagrecer ou controlar o peso”, explica Talita. Só um lembrete: ofereça-o sempre com moderação, para que as fibras do alimento não soltem o intestino do cão.

BENEFÍCIO: é rico em fibras e, por isso, faz bem para o aparelho digestivo
COMO SERVIR: cozido e misturado na comida é o mais indicado

Beterraba
Vermelha e adocicada, essa hortaliça rica em ferro vai fazer até os pets mais exigentes lamberem a tigela. O veterinário Rodrigo Prazeres, da clínica VetZoo, em São Paulo, indica a beterraba como complemento na dieta de cães com problemas digestivos ou que têm algum tipo de intolerância a ração. “Além de nutritiva, ela possui muitas fi bras, o que ajuda no funcionamento do intestino”, afirma. Ele apenas alerta os donos para a cor das fezes do bicho,  que pode ser alterada pela ingestão do legume.

BENEFÍCIOS: é fonte de ferro, um mineral que ajuda a prevenir a anemia
COMO SERVIR: cozinhe ao vapor, corte em cubos e misture à ração do pet

Vagem
Famosa por empurrar para baixo as taxas de açúcar no sangue, ela é uma grande amiga dos cães diabéticos. Outra função desse legume, segundo algumas pesquisas, é reduzir o colesterol. Quer seu cão sofra desses males ou não, vale oferecer pedacinhos de vagem para ele como forma de prevenção - de quebra, você vai colorir o prato do pet com mais nutrientes. “Por conter fibras, ela previne doenças do sistema digestivo e tem a vantagem de ser um dos vegetais com menor quantidade de calorias”, diz Talita.

BENEFÍCIOS: ajuda a regular o colesterol e a controlar as taxas de açúcar no sangue
COMO SERVIR: cozida e cortada em pequenos pedaços, como petisco, substituindo outros snacks

Couve
A honorável integrante da família dos repolhos contém altas doses de ferro e cálcio, além de betacaroteno, uma substância que, uma vez processada pelo organismo, transforma-se em vitamina A. Segundo Talita, a couve é também uma eficiente aliada dos cães que precisam perder peso, já que as fibras contidas nas folhas fazem volume no estômago e, em consequência, matam rapidamente a fome. Tome cuidado para não exagerar na dose, pois, em excesso, ela causa flatulência.

BENEFÍCIOS: protege os ossos do cão e previne problemas como a anemia
COMO SERVIR: cozinhe ao vapor ou com pouca água, corte em tiras finas e misture à ração

Abóbora
Além de saborosa, ela é rica em vitamina A, que faz bem para a pele e os olhos, e ainda vem recheada de radicais livres, substâncias que reforçam a defesa do organismo contra várias doenças. Outros dois méritos dessa hortaliça: previne problemas de visão e derrames e ajuda na absorção de nutrientes como proteínas e ferro. Depois da primeira lambida, o cão não vai resistir ao doce sabor da abóbora.

BENEFÍCIO: protege os olhos e a pele e ainda combate a fadiga
COMO SERVIR: cozida no vapor ou na água e cortada em cubos

Alface
Pets que vivem às voltas com problemas digestivos, especialmente a prisão de ventre, vão adorar mastigar algumas folhas de alface. Além da textura diferente, essa verdura tem quase nada de calorias e suas fibras fazem uma verdadeira faxina no intestino, organizando seu funcionamento. E mais: a alface é repleta de nutrientes capazes de defender o organismo do pet contra os radicais livres e doenças sérias como o câncer.

BENEFÍCIOS: abastece o organismo do cão com vitaminas A, C, E e K, além de possuir minerais como zinco e ferro
COMO SERVIR: picada crua, misturada à ração ou entre as refeições, como petisco


Fonte:Texto: Érica Caprotti
Adaptação: Rafael Trocatti
http://revistameupet.com.br


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Sal de mesa ou sal marinho?



Aprenda qual é a diferença

Essencial à saúde e um dos principais ingredientes da culinária, o sal deve ser usado com moderação

Mesmo que você tente não usar muito sal, é quase impossível evitá-lo. Existem cinco sabores que todas as pessoas são capazes de sentir: amargo, doce, azedo, salgado e umami (que significa "sabor delicioso e apetitoso" em japonês). Apenas o "salgado" está diretamente relacionado a uma substância que precisamos consumir para que nossos corpos funcionem corretamente. Graças a essa necessidade, os humanos e os animais têm um paladar incorporado ao sal.

O sal é um ingrediente presente em muitas receitas, inclusive nas doces, porque os alimentos muitas vezes ficam "sem sabor" quando ele não é usado. O sal aumenta o sabor e equilibra o amargor e a acidez. Ele também tem muitas outras funções nas receitas, como regular a fermentação do fermento em pães e conservar carnes. Ele é conhecido como o "aditivo alimentar mais antigo do mundo", segundo informações do Instituto do Sal.

Todo sal contém dois elementos básicos: sódio e cloro. Como os dois elementos são voláteis, eles são encontrados na natureza como parte de compostos como o cloreto de sódio (NaCl), que forma o mineral halita. O cloreto de sódio é formado por cerca de 60% de cloro e 40% de sódio.

Veja a diferença entre os dois.

Sal de cozinha - O sal de mesa é basicamente purificado a partir do sal marinho ou obtido de sal rochoso (halite), um mineral obtido por mineração de minas de sal. Este tipo de sal contém aditivos como iodetos (usados como suplemento alimentar) e vários agentes antiaglomerantes. Ele é processado para remover impurezas e contém antiaglutinantes como o fosfato de cálcio. Ao ser refinado o sal perde boa quantidade de minerais, e por isso, é acrescido de iodo, que é utilizado para prevenir o bócio (crescimento anormal da glândula tireóide), como uma medida de saúde pública.

O sal de mesa comum não é natural mas resultante de um complexo processo industrial que através de elevadas temperaturas e banhos sucessivos retira do sal marinho natural quase a totalidade dos seus minerais (cerca de 83) restando apenas o cloreto de sódio ao qual são acrescentados vários compostos químicos como: carbonato de cálcio, dextrose, talco mineral e oxido de cálcio(cal) entre outros.


Sal marinho - O sal marinho é mais recomendado porque é obtido pela evaporação da água do mar, o que o torna mais puro. Este tipo de sal não passa pelo processo de refinamento. O sal marinho é mais escuro e seu sabor é menos salgado que o do refinado. O sal marinho é o sal grosso, aquele usado em churrascos, só que moído. Na maior parte do mundo, o sal marinho é mais caro que o sal de mesa. Entretanto, no Brasil, em função da escala de produção, é o tipo mais comum e barato.

Por não ser refinado, o sal marinho mantém os microminerais que geralmente são removidos durante o processo de refinação, inclusive o iodo (o sal contém aproximadamente 84 minerais que são eliminados durante o refino).

O sal marinho pode ser grosso, fino ou em flocos. Pode ser branco, rosa, preto, cinza ou de uma combinação de cores, dependendo do lugar de onde vem e dos minerais contidos nele.

Alguns amantes da culinária afirmam que quantidades mais altas de microminerais podem deixar os sais marinhos com um sabor único e natural. Outros dizem que o sabor é o mesmo, mas que as cores e texturas diferentes podem fazer a diferença na aparência dos pratos. Em geral, os sais marinhos não são usados durante a preparação, mas sim para "finalizar" um prato.

O sal marinho ou sal natural é um produto benéfico, composto por nutrientes primários (elementos) entre eles o iodo natural das algas marinhas microscópicas presentes no sal.

Se usado em quantidades normais, o sal marinho contribui para a reposição mineral do organismo e para um bom funcionamento da glândula tireóide.

Pode ser encontrado em supermercados e nas casas de produtos naturais.

Consumo de sal pelos seres humanos

O sódio e o cloro no sal são eletrólitos, minerais que conduzem eletricidade em nossos fluidos e tecidos. Os outros eletrólitos principais são o potássio, o cálcio e o magnésio. Nossos rins controlam a quantidade de eletrólitos e água, regulando os fluidos que ingerimos e expelimos de nossos corpos. Se essa quantidade estiver alterada, nossos músculos, nervos e órgãos não irão funcionar corretamente porque as células não conseguem gerar contrações musculares e impulsos nervosos.

Apesar de necessitarmos do sal, é recomendado que ele seja consumido em pequenas quantidades. Consumido em excesso, o sal pode provocar problemas de saúde como hipertensão arterial (pressão alta) e funcionamento deficiente dos rins.

A Organização Mundial de Saúde recomenda que as pessoas consumam no máximo 2,0 gramas de sódio (o equivalente a uma colher de chá) por dia.


Dica:
- Assim como a pimenta do reino, se o sal for moído na hora de usar, proporciona mais sabor ao preparo, além de favorecer nossa saúde. Use moedores de sal para temperar saladas e finalizar pratos, e fique atento na hora de comprar sal e também na quantidade consumida por sua família.

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Referência da Matéria:
http://www.bonde.com.br



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